Quatrocentos anos após sua morte o grande Caravaggio alcança reconhecimento e a glória que não teve em vida e vira assunto nacional na Itália. Desde o início do ano, o país convive com mostras e descobertas relacionadas ao artista, numa programação comemorativa que inclui até a exibição de seus restos mortais. Identificados com exames de DNA e carbono 14, os ossos de Michelangelo Merisi nome de batismo do pintor, conhecido pela sua região de origem podem ser vistos, este mês, na cidade de Porto Ercole, na Toscana. Onde, como lenda que se preze, ele morreu pobre, doente, cheio de inimigos levando para o túmulo sua genialidade.

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